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quinta-feira, 27 de março de 2014

O verdadeiro predador dos mares


Apenas um singelo infográfico para ajudar a tirar a ideia equivocada que temos sobre tubarões:



Nada menos do que 11.417 tubarões mortos por hora.
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Campanha nobre do Hypeness.


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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Roberto Bolaños, criador do Chaves, completa 85 anos



Nascido em 21 de fevereiro de 1929, o mexicano Roberto Gomes Bolaños, também conhecido como "Chespirito", completa nesta sexta-feira 85 anos. Consagrado como autor de uma das séries de maior sucesso no mundo e que continua em exibição em vários países depois de mais de quarenta anos - Chaves - ele tem sua história marcada não só pela genialidade literária, mas também por uma forte postura empreendedora. 

Proveniente de uma família de artistas, Bolaños começou sua carreira como criativo em uma agência de publicidade. Mas pouco tempo depois passou a escrever roteiros para rádio e, em seguida, para a TV, onde consolidou sua história de sucesso. 

Ele começou a atuar como ator e roteirista em um programa que levava seu apelido, Chespirito, onde eram apresentadas diferentes esquetes. Foi aí que surgiram o Chaves e o Chapolin Colorado, que em seguida acabaram ganhando um programa exclusivo cada. 

As histórias que encantaram os mexicanos não demoraram para conquistar o restante da América Latina. Bolaños se tornou um ícone, com uma obra tão sólida que atravessou gerações sem perder sua atualidade. Um produto longevo. Um negócio que ainda será lembrado por muitas outras gerações, mesmo que o programa saia do ar.
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Nova teoria é criada para explicar a construção das Pirâmides do Egito

Um engenheiro britânico surpreendeu os arqueólogos alegando que as teorias atuais sobre a construção das pirâmides estão erradas.

















Peter James disse que acredita que os antigos egípcios formaram as estruturas acumulando escombros do lado de dentro e anexando tijolos depois. 

A nova teoria desafia a crença atual de que as pirâmides foram construídas com blocos gigantes transportados em enormes rampas. 

Mas o engenheiro avalia que para que isso fosse possível, as rampas deveriam ter pelo menos 400 metros de comprimento para que se conseguisse o ângulo certo para levar os blocos às partes mais altas da construção.


James, que passou os últimos 20 anos estudando as pirâmides, disse: "De acordo com as teorias atuais, para colocar os dois milhões de blocos de pedra, os egípcios tinham que ter colocado um grande bloco a cada três minutos em rampas longas. 

"Se isso tivesse acontecido, haveria sinais de que as rampas estavam lá, e não há nenhum." 

O especialista ainda acredita que as pirâmides foram construídas de dentro para fora, sendo que a parte interna foi feita de pequenos blocos manuseáveis. 

A descoberta de uma vasta quantidade de pequenas pedras presas pelo tronco de uma palmeira de milhares de anos dentro da pirâmide Step apoia a teoria do engenheiro.



James, um engenheiro de 54 anos, e sua equipe na Cintec Internacional em Newport, País de Gales, são líderes mundiais em restauração de estruturas antigas
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Um milhão de páginas terá os livros em que a Wikipedia se transformará



A Wikipedia, maior enciclopédia digital do mundo, poderá se transformar em um livro.

A campanha do site coletivo Indiegogo, de financiamentos coletivos, está pedindo a colaboração através de doações para transformar a Wikipedia em livros que terão no total de 1.193.014 páginas. O livro terá mil volumes com 1,2 mil páginas cada. O custo seria de US$ 50 mil para imprimir todos os 4 milhões de artigos.

A PediaPress, parceira da Wikimedia Foundation está por trás da campanha. O livro será imprimido na escala cinza, contudo, a empresa não descartou a possibilidade de um impressão em cores. O livro será todo em inglês se concluído.

Para os interessados que desejam ajudar, o período de doações vai até 11 de abril.
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Youtube muda e fica semelhante aos aplicativos de celular.



A página de vídeos apresenta novas opções de visualização, como listas de vídeos de vários canais

O Youtube apresentou novas mudanças em seu site nesta sexta-feira. O visualizador de vídeos passa a ser mais parecido com as redes sociais e

aplicativos para smartphones; a seleção de canais, acesso aos vídeos recomendados, listas de vídeos e canais inscritos ficam à esquerda. A página apresenta também opções de arte no alto da tela, podendo adicionar uma imagem central na horizontal, como acontece no Facebook e o Google +.


Os feed de atividades, com os canais favoritos, vídeos enviados e indicados, aparecem na parte central da tela em um formato de listas, bem menor que o anterior. No canto direito superior, aparecem as dicas do Youtube para melhorar o canal e o acesso à rede.

O novo Youtube também possibilita aos usuários criar suas listas de vídeos e acessá-las de qualquer lugar, mesmo se elas forem de canis diferentes.
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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Personagens de infância Bad Ass


O artista francês Sylvain Sarrailh resolveu criar umas versões "BADASS" de seus desenhos favoritos de infância que vocês podem conferir abaixo. 


Princesa Peach - Mario 







































2-Bambi 






































3-Shrek 





































4-Barbie e Ken (Versão tapas e beijos) 

5-Ronald MCDonald 


6-My Little pony 





































7-Ursinho Pooh 










































8-Super Mario Bros 

9-As Aventuras de Tintim

10-Inspetor Bugiganga 

11-Alice no País das Maravilhas 

Créditos ao criador dessas imagens aqui está o Link do http://tohad.deviantart.com"]Perfil
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sábado, 11 de janeiro de 2014

Coleção impressionante de carros do Paul Walker



































































Ficou na vontade de ter um também? haha

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quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

COMERCIAL PÁRA TEMPO ANTES DO ACIDENTE

Um comercial produzido pela Agência de Transporte da Nova Zelândia se transformou em um dos assuntos mais comentados por internautas brasileiros desde que foi publicado no YouTube, no último domingo (5). O vídeo repercute por mostrar o tempo "parando" momentos antes de um acidente que envolve dois carros. 
O objetivo da peça é alertar os motoristas sobre direção perigosa e velocidade excessiva nas estradas. Na produção, os condutores descem dos veículos antes da batida em um cruzamento e conversam a respeito da situação. 
"Cara, eu sinto muito. Achei que dava tempo", diz um dos motoristas. "Eu não vou ter tempo para parar", responde o outro homem. "Por favor, meu filho está no banco de trás", implora o condutor. "Estou indo muito rápido. Sinto muito", lamenta o rapaz que dirige pela rodovia. 
Com mais de 300 mil visualizações, até esta terça-feira (7), o comercial tem sido considerado um dos mais impressionantes já produzidos na Nova Zelândia. Confira:
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Ser um Espartano era foda!


9 MOTIVOS QUE PROVAM O QUÃO DIFÍCIL ERA SER ESPARTANO:
Os espartanos podem ter criado um dos melhores exércitos do mundo antigo, mas sua cultura era tão dura que a palavra "espartano" tornou-se sinônimo de uma forma austera de vida. A sociedade de Esparta foi cuidadosamente construída em torno de um rigoroso código de moral e de senso de dever; os espartanos sofriam privações extremas no caminho para tornarem-se aceitos como cidadãos de pleno direito. Da formação militar de adolescentes a trotes patrocinados pelo Estado, explore nove razões pelas quais esses antigos guerreiros gregos tiveram uma existência bem árdua.

1 – Os espartanos tinham que provar sua aptidão desde o nascimento
O infanticídio era perturbadoramente comum no mundo antigo, mas em Esparta, essa prática era organizada e gerida pelo Estado. Todas as crianças espartanas eram levadas perante um conselho de inspetores que as examinavam à procura de defeitos físicos; as que não estavam à altura dos padrões eram deixadas para morrer. O antigo historiador Plutarco escreveu que esses "mal-nascidos" bebês espartanos eram jogados em um abismo ao pé do Monte Taygetus, mas a maioria dos historiadores modernos descarta essa ideia como sendo um mito. Se um bebê espartano fosse considerado incapacitado para o seu futuro dever como soldado, ele seria, provavelmente, abandonado em uma colina próxima. Deixada sozinha, a criança fatalmente morreria, ou seria resgatada e adotada por estranhos.
Os bebês que passavam na inspeção também não tinham vida fácil. Para testar suas constituições, eles eram frequentemente banhados em vinho, em vez de água. Eles também eram frequentemente ignorados quando choravam e ensinados a nunca temer a escuridão ou a solidão. Novamente de acordo com Plutarco, essas "amorosas" técnicas parentais eram tão admiradas por estrangeiros, que as mulheres espartanas eram procuradas por suas habilidades como enfermeiras e babás.

2 – As crianças espartanas eram colocadas em um rígido sistema de educação militar














Quando completavam sete anos, os meninos espartanos eram retirados da casa dos pais para iniciarem a "agogê", um regime de treinamento patrocinado pelo Estado concebido para moldá-los em guerreiros qualificados e cidadãos exemplares. Separados de suas famílias e alojados em barracas comuns, os jovens soldados em formação eram instruídos na arte da guerra, na caça, atletismo, dança, canto. Aos 12 anos, esses meninos eram privados de todas as roupas, exceto por um manto vermelho e obrigados a dormir fora da escola, fazendo suas próprias camas com junco. Para prepará-los à vida no campo de batalha, os meninos soldados também eram incentivados a procurar e até mesmo a roubar sua comida, mas se detectados, eram punidos com chicotadas.
Assim como de todos os homens espartanos se esperava que fossem guerreiros, esperava-se de todas mulheres que tivessem filhos. As meninas espartanas eram autorizadas a permanecer com seus pais, mas elas também recebiam uma educação rígida e eram submetidas a um rigoroso programa de treinamento. Enquanto os meninos eram preparados para uma vida em campanha, as meninas praticavam dança, ginástica e arremesso de dardo e disco, que segundo o pensamento espartano, ​​as tornava fisicamente fortes  para a maternidade.

3 – Trotes e brigas eram incentivados entre os jovens espartanos
Grande parte da agogê envolvia assuntos típicos de escola como a leitura, a escrita, a retórica e a poesia, mas o regime de treinamento também tinha um lado vicioso. Para endurecer os jovens guerreiros e incentivar o seu desenvolvimento como soldados, os instrutores e os homens mais velhos muitas vezes instigavam brigas e discussões entre os formandos. O agogê, de certo modo, foi parcialmente projetado para ajudar a tornar os jovens resistentes à dificuldades como o frio, a fome e a dor. Os meninos que mostravam sinais de covardia ou fraqueza estavam sujeitos à provocações e a violência pelos pares e também pelos superiores.
Até mesmo as meninas espartanas participavam desse "bullying" ritualizado. Durante certas cerimônias religiosas e estatais, as meninas compareciam diante dos dignitários espartanos e, em coral,  cantavam canções para os jovens da agogê. Muitas vezes, elas escolhiam rapazes específicos para ridicularizá-los, a fim de envergonhá-los. A intenção era incentivar tais garotos a intensificar os treinamentos.

4 – Os homens espartanos eram soldados por toda a vida

A vida de soldado era a única opção para os jovens que queriam se tornar cidadãos plenos, ou "homoioi." De acordo com os decretos do legislador e reformador espartano Licurgo, os cidadãos do sexo masculino eram legalmente impedidos de escolher qualquer profissão que não fosse a militar. Esse compromisso podia durar décadas, porque os soldados eram obrigados a permanecer em serviço de reserva até a idade de 60 anos.
Por causa de sua preocupação com a arte da guerra; a indústria e a  agricultura de Esparta ficavam totalmente a cargo das classes mais baixas. Trabalhadores qualificados, comerciantes e artesãos faziam parte da "perioeci", uma classe de cidadãos livres, mas sem todos os direitos dos esparciatas, que vivia na região circundante da Lacônia. Enquanto isso, a agricultura e a produção de alimentos recaía sobre  os hilotas, pessoas escravizadas pelo Estado, uma classe servil que compunha a maioria da população de Esparta. Ironicamente, o medo constante de revoltas e levantes hilotas foi uma das principais razões por que a elite de Esparta tornou-se tão dedicada a construção de um forte regime militar.

5 – Os jovens espartanos eram ritualisticamente espancados e açoitados
Uma das práticas mais brutais de Esparta envolvia o chamado "concurso de resistência", no qual adolescentes eram açoitados, às vezes até a morte, em frente a um altar no santuário de Artêmis Ortia. Conhecida como  "diamastigosis", esta prática anual era originalmente usada como um ritual religioso, um teste de coragem e resistência à dor para os meninos em treinamento. Mais tarde, o ritual transformou-se em um espetáculo sanguinário, imediatamente após Esparta entrar em declínio e  ficar sob o controle do Império Romano. Até o terceiro século d.C existiu um anfiteatro construído especialmente para essa prática,  de modo que um grande número de "turistas" visitava a cidade para assistir o terrível suplício dos jovens espartanos.


6 – Em Esparta, os alimentos eram intencionalmente mantidos escassos
Quando um espartano completava a fase principal da agogê, em torno dos 21 anos, ele ganhava o direito de participar na "syssitia", um refeitório de estilo militar onde os cidadãos se reuniam para as refeições públicas. A fim de preparar os soldados para o esforço de guerra e desencorajar a obesidade, a quantidade de  alimentos distribuída nesses refeitórios comuns era sempre moderada, ligeiramente insuficiente. Os espartanos eram famosos por sua devoção à aptidão física e à dieta adequada; eles tinham uma aversão especial para com os cidadãos com excesso de peso, que eram ridicularizados publicamente e corriam o risco de ser banidos da cidade-estado.

O vinho era um produto básico da dieta espartana, mas raramente se bebia em excesso e os jovens eram sempre advertidos sobre o problema da embriaguez. Em alguns casos, os escravos hilotas eram forçados a desfilar descontroladamente embriagados para os soldados em formação, uma forma de mostrar para os jovens espartanos os efeitos negativos do álcool.

7 – O espartano só era autorizado a viver com sua esposa depois dos 30 anos


A sociedade espartana não desencorajava o amor romântico, mas o casamento e os filhos eram sujeitos à algumas restrições culturais e governamentais bem peculiares. O Estado aconselhava que os homens se casassem aos 30 anos e as mulheres aos 20 anos. Uma vez que todos os homens eram obrigados a viver em um quartel até os 30 anos, os casais, cujo homem não atingira essa idade, eram forçados a viver separadamente até que o marido completasse seu serviço militar obrigatório.
Os espartanos viam o casamento principalmente como um meio para conceber novos soldados e os cidadãos eram incentivados a considerar a saúde e a aptidão de seu companheiro antes de viverem juntos. Na verdade, esperava-se dos maridos que fossem incapazes de ter filhos, que procurassem substitutos viris para engravidar suas esposas. Da mesma forma, os solteiros eram vistos como negligenciando o seu dever sagrado de gerar novos soldados, sendo muitas vezes publicamente ridicularizados e humilhados nas festas religiosas.

8 – Para um espartano, render-se era a humilhação suprema
Os soldados espartanos eram treinados para lutar sem medo até o último homem. A rendição era vista como a epítome da covardia e os guerreiros que voluntariamente entregavam as armas ficavam tão envergonhados, que muitas vezes recorriam ao suicídio. De acordo com o historiador Heródoto, dois soldados espartanos que lutaram na famosa Batalha das Termópilas retornaram à sua terra natal em desgraça. Um se enforcou e o outro só teve sua honra restaurada depois  de morrer lutando em outra guerra.

Se um soldado espartano morresse em batalha, ele era visto como tendo completado o seu dever como cidadão. Na verdade, a lei espartana determinava que apenas duas classes de pessoas podiam ter seus nomes inscritos em suas lápides: as mulheres que morriam no parto e os homens que tombavam em combate

9 – Nem os reis espartanos tinham vida fácil
















Os reis espartanos estavam sujeitos a muitas das mesmas leis e convenções sociais impostas a seus súditos, entre elas, a agogê. Os monarcas de Esparta podiam ser punidos caso sua liderança militar fosse considerada inapta em tempos de guerra; às vezes eles também eram censurados por coisas aparentemente triviais. De acordo com o antigo historiador Teofrasto, o rei Arquídamo foi multado por se casar com uma mulher pequena, porque os espartanos acreditavam que ela daria à luz "régulos" em vez de reis.

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terça-feira, 7 de janeiro de 2014













Pra você que acha que chão é chão, é melhor rever seus conceitos. Uma cratera engoliu várias casas e deixou 67 famílias desabrigadas em Abaetuba, no Pará. A imagem, impressionante, foi registrada por uma câmera de segurança.

A cratera se deu devido a erosão provocada pela cheia do rio Maratatuira. Mais de 30 imóveis estão condenados e não podem mais ser habitados. Parte das famílias desabrigadas está vivendo provisoriamente no ginásio de esportes da cidade.
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A versatilidade de Ian McKellen

Entre TV e cinema, são mais de 50 aparições, o que o torna um dos atores mais glorificados de todos os tempos; para o ano de 2014, já estão marcadas duas novas estreias nas telonas de todo o mundo; atuando, tem a mesma autoridade tanto em papéis de fantasia quanto em peças assinadas por Shakespeare. Homossexual mais influente do Reino Unido, ele afirma que a essência de sua profissão é se despir dos preconceitos e lidar com todo o tipo de personagem, seja em peças teatrais ou em adaptações para o cinema. Todo esse currículo pertence ao ator Ian McKellen.
















Nascido em 25 de maio de 1939, em Lancashire, Inglaterra, Sir Ian Murray McKellen arrastou, e arrasta até os dias de hoje, uma multidão de fãs ao cinema. O inglês, que assumiu ser gay em plenos anos 80, recentemente assustou a todos ao anunciar que estava com câncer. Felizmente, segundo ele, a doença seria devidamente tratada e não poria em risco a sua vida. Prova disso são os inúmeros trabalhos que ele tem feito nos últimos anos.

A notificação do câncer, em dezembro de 2012, coincidiu com a estreia do primeiro filme da trilogia de O Hobbit. Lá e de Volta Outra Vez, terceira e última parte da história adaptada da obra literária de J.R.R. Tolkien, que conta as aventuras de Bilbo Baggins, é um dos lançamentos aguardados para 2014. Mas Ian já é bem conhecido dos fãs encarnando a pele de Gandalf, o Cinzento. Entretanto, não é primeira vez que representa o mago.

Desde o ano de 2001, McKellen já encarava a responsabilidade de levar o mundo fantástico de Tolkien para a nova geração de fãs, interpretando um dos principais personagens da trama. Os três primeiros filmes em que atuou como Gandalf, na trilogia de O Senhor dos Anéis, foram sucessos de críticas e de bilheteria, arrecadando juntos uma quantia de 3 bilhões de Dólares e acumulando 17 estatuetas do Oscar. Para tal sucesso na pele do mago, o ator britânico teve de dar um toque especial. O Gandalf de Tolkien é mais grotesco. “Para atrair os jovens de hoje”, explicou o Gandalf do século XXI, “dei ao personagem uma dose de humor e traquinagem que Tolkien não teria feito.”

















Quem vê Magneto e Gandalf, nem imagina um intérprete das obras de Shakespeare e Harold Pinter ali. Porém, antes de ser o ídolo da juventude atual, ele já era um ator renomado nos teatros. Ele mesmo disse que “Shakespeare é o autor que me forneceu todos os elementos de que preciso para atuar”. Desde sua primeira aparição, em 1965, até os dias de hoje, foram mais de 30 filmes e peças de teatro. Pretende encerrar sua carreira na Brodaway, mas ainda temos muito mais de McKellen para ver no cinema antes de sua aposentadoria.







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